21 de Abril de 2007

Teste bíblico

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Ultimate Bible Quiz
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Escrito por PedroAC em 16:40:26 | Link permanente | Comments (0) |

09 de Fevereiro de 2007

Ilusão de Copperfield

Hoje recebi um ficheiro de apresentação anexado num e-mail sobre uma ilusão com cartas, intitulada ilusão de Copperfield. Já conhecia esse truque há alguns anos, e já foi apresentada uma variante na televisão, em intervalos no canal SIC Radical.

Coloco aqui uma adaptação do texto com as imagens das cartas.

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Escrito por PedroAC em 20:13:19 | Link permanente | Comments (1) |

01 de Fevereiro de 2007

Discernimento; problemas de fósforos

Há muito tempo, desde tenra idade, que leio livros da colecção "O Prazer Da Matemática", publicados pela gradiva. É bastante provável que apreciasse mais as ilutrações (que em geral são singelas, mas cativantes e muito eficazes na transmissão das mensagens), e o meu pai revelava os problemas contidos. Os livros da "gradiva" acompanharam-me quase desde sempre, mas consegui resolvi alguns problemas há pouco tempo.

Talvez a maioria dos livros d'"O Prazer Da Matemática" revelem no final as soluções, mas certos problemas de "Martin Gardner" não as têm nas "Respostas a problemas". Isso pode ser frustante para os impacientes e apologistas do facilitismo, mas o mistério torna-se compensador quando tornamo-nos mais perspicazes, ao aprendermos com diversos problemas na vida.

Há vários exemplos no livro "Ah, Descobri", de Martin Gardner, que merecem ser referidos. Mas para não abusar, refiro apenas dois problemas de fósforos que se encontram nas páginas 85 e 86, da 1ª edição. Agradeço à "gradiva" por me dar autorização para publicá-los, mais particularmente a Guilherme Valente que me respondeu.

O problema seguinte foi resolvido pelo meu pai, que me disse a solução quando eu tinha cerca de seis anos.

 


1. Mover o mínimo número de fósforos para formar um quadrado.

O número mínimo de movimentos é apenas 1. Pode parecer que exige uma manobra difícil, ou que é algo impossível. É possível, se tentar responder apenas ao problema pedido, removendo ideias preconcebidas. Ao conhecer a resposta de outrém, chega-se à situação do ovo de Colombo.

Resolvi facilmente os quatro problemas seguintes no livro, mas para o último precisei de vários anos para resolver. Só consegui encontrar uma solução, que me pareceu tão evidente, perguntando-me como não tinha pensado nela antes.

 

6. Mover o mínimo número de fósforos para pôr a azeitona fora do copo de martini. Como anteriormente, o copo pode ficar de qualquer maneira no fim, mas a azeitona não deve ser mexida.

O número mínimo de movimentos para resolver este último problema é zero! Talvez alguém resolva em pouco tempo. Era apenas uma criança quando tentei resolver, e gostava de saber em quanto tempo um adulto médio encontra a solução.

O livro "Aventuras Matemáticas", de Miguel de Guzmán (também publicado pela gradiva) apresenta vários métodos para resolver problemas. Alguns apresentam técnicas de Investigação Operacional, de maneira bastante simples, e é óptimo para conhecer alguns problemas clássicos matemáticos (como o "pastor, a ovelha, o lobo e a couve"), revelando de forma completa os métodos de resolução.

Neste momento estou a ler outro livro da gradiva, que procurava há muito tempo, encontrando por acaso atrás de um livro de Astronomia, que também comprei. Desta vez é da colecção "Ciência Aberta", e é intitulado "Um Mundo Infestado de Demónios", de Carl Sagan. Do mesmo autor, já li "Cosmos", e ambos servem como divulgação da Ciência, mas no primeiro livro referido destacam-se os temas sobre o cepticismo e a credulidade.

Sugestões

Escrito por PedroAC em 19:51:20 | Link permanente | Comments (3) |

13 de Janeiro de 2007

Resolvendo problemas; puzzle

Recebi no Natal um puzzle grande com 1000 peças. Foi a primeira vez que resolvo um puzzle tão grande, e decidi usar um método para facilitar a tarefa.

Dividir para conquistar

separação em sacos

A primeira coisa que fiz foi classificar as peças de acordo com o que pensava ser um desenho do puzzle (há seis), separando-as em sacos.

Comecei por escolher as peças do desenho do centro, que era uma cópia do Homem Vitruniano, e fiz uma nova separação de peças. Havia um monte de peças da circunferência, outro com as mãos e braços, outro para os pés e pernas, outro para o resto do corpo, outra com linhas horizontais e outras brancas. Usei as linhas horizontais para distinguir os braços (quase paralelas às linhas) das pernas (quase perpendiculares). Claro que havia peças com misturas e decidia arbitrariamente, ou dando maior relevância a determinadas características.

Fui resolvendo cada monte de peças de cada vez, e quando estiveram prontos, juntei os conjuntos resolvidos. Isto é divisão e conquista.

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Escrito por PedroAC em 00:16:15 | Link permanente | Comments (1) |